Oito deputados estaduais devem ter problemas para se reeleger apontam articulistas políticos
Porto Velho, RO - Entre cafés, almoços e bastidores bem informados, a política rondoniense começa a desenhar o mapa do que pode ser a Assembleia Legislativa de Rondônia no próximo ano. Em tom direto — como quem conhece o terreno e o tempo das coisas — o jornalista Rubens Coutinho trouxe uma análise que agitou o meio político e acendeu o sinal da renovação.
“Conversei com três dirigentes partidários nesta semana. A leitura é clara: há deputados que terão dificuldade para permanecer na Assembleia no próximo mandato.”, afirmou Rubens Coutinho.Deputados com dificuldade de reeleição, segundo dirigentes partidários
De acordo com a avaliação compartilhada pelo jornalista, alguns nomes atualmente com mandato na Assembleia Legislativa de Rondônia enfrentam cenário adverso em 2026:
DraTaíssa Sousa
Ribeiro do SINPOL
Nim Barroso
Delegado Lucas Torres
Alan Queiroz
Lebrinha
Eyder Brasil
Delegado Camargo
Rubens faz questão de ponderar: nem sempre dificuldade significa falta de trabalho. Alguns dos citados, como Taíssa Sousa, Ribeiro do SINPOL e Lucas Torres, mantêm bases ativas e entregas reconhecidas. Ainda assim, a política — velha senhora de memória longa — nem sempre premia apenas o esforço.
No caso do delegado Camargo, o cenário muda de figura. Segundo o próprio parlamentar, a aposta é mais alta: disputa ao governo do Estado ou ao Senado, o que naturalmente o afasta da reeleição à Assembleia.
Câmara Federal e Senado também entram no tabuleiro
A análise se estende a Brasília. Para a Câmara dos Deputados, os nomes de Tiago Flores, Cristiane Lopes e Rafael Fera aparecem como possíveis vítimas do vento da mudança.
Já Silvia Cristina e Fernando Máximo miram o Senado, abrindo duas vagas importantes na Câmara. Uma dança das cadeiras que pode redesenhar a bancada rondoniense.
Com mais chances de permanência, segundo os analistas ouvidos, estariam Maurício Carvalho e Mosquini.
Senado: incertezas e apostas altas
No Senado, o clima é de aposta cautelosa. Confúcio Moura, do MDB, aparece como nome com baixa probabilidade de renovação, segundo a leitura dos dirigentes. Já Marcos Rogério surge como candidato ao governo estadual, deixando o caminho aberto para novos pretendentes.
Política é tempo, povo e destino
Como bem lembra Rubens Coutinho, a política não é fotografia: é filme longo, cheio de reviravoltas. A janela partidária, as alianças e o humor do eleitor ainda podem mudar o roteiro. Mas o sinal está dado.
Se esses prognósticos vão se confirmar, só as urnas dirão. Até lá, fica o registro — guardado, como prometeu o jornalista — para que o futuro confirme ou desminta o presente. Na política, como na vida, quem não acompanha o tempo acaba virando lembrança.


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