
Embriagado, suspeito resistiu à prisão, chutou grades da viatura e continuou ofendendo policiais na UNISP - Foto: Divulgação
Segundo os policiais que atenderam a ocorrência em questão, ele apresentava sinais evidentes de embriaguez e passou a causar tumulto no local.
De acordo com o registro da ocorrência, o suspeito se colocou repetidamente à frente dos militares, dificultando a atuação da equipe e chegando até a empurrar os policiais. Orientado diversas vezes a se afastar, ele reagiu com ameaças e passou a afirmar que teria influência política.
Durante o episódio, o homem teria dito frases como: “Vocês não sabem com quem estão mexendo. Eu sou irmão do prefeito Flori e vou acabar com vocês. Quero ver fazer isso comigo sem farda”.
Diante do comportamento agressivo e das ameaças, os policiais deram voz de prisão ao suspeito pelos crimes de ameaça e por atrapalhar a ação policial.
No entanto, ele ainda tentou resistir à detenção, sendo necessário o uso de técnicas de imobilização e algemas para contê-lo.
Mesmo após ser colocado na viatura, o homem continuou causando problemas, recusando-se inicialmente a entrar no compartimento traseiro do veículo. Já dentro do camburão, passou a chutar as grades da viatura.
Ao chegar à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), o comportamento continuou alterado. Dentro da carceragem, ele voltou a chutar as grades e a insultar os policiais, proferindo xingamentos e novas ameaças.
Conforme o registro policial, o detido também se recusou a informar dados pessoais, endereço ou qualquer meio de contato. Além disso, não quis assinar o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), documento no qual se comprometeria a comparecer em juízo.
Um detalhe curioso do caso é que o prefeito de Vilhena possui apenas um irmão, que reside na cidade de Capão Bonito, no interior de São Paulo.


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