Porto Velho mantém queda nos casos de malária e reforça mobilização

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Porto Velho mantém queda nos casos de malária e reforça mobilização

Município registra redução de 25% nos casos e segue comprometido com a meta de eliminação da doença até 2035Foto Leandro Morais/ Secom

Porto Velho, RO  Em alusão ao Dia da Malária nas Américas, celebrado em 6 de novembro, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) reforça o compromisso de Porto Velho na luta pela eliminação da doença.
A malária é uma infecção causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitida pela picada do mosquito Anopheles. Rondônia, e especialmente Porto Velho, carrega uma longa história de enfrentamento da enfermidade, presente na região desde a época da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Nos últimos anos, o município tem registrado avanços significativos no controle da doença, resultado do trabalho integrado entre equipes de saúde, agentes comunitários, laboratórios e do engajamento da população. O diagnóstico precoce e o tratamento imediato continuam sendo as principais estratégias para interromper a transmissão e salvar vidas.
De janeiro a outubro de 2025, foram notificados 3.279 casos de malária em Porto Velho, contra 4.363 casos no mesmo período de 2024, o que representa redução de 25% no número de ocorrências.
Os sintomas mais comuns da malária incluem febre, calafrios, suor excessivo, dor de cabeça, dores musculares, náuseas e vômitos. Em casos graves, pode haver anemia e outras complicações potencialmente fatais. A Semusa alerta que, em áreas endêmicas, qualquer um desses sinais deve ser considerado um alerta, sendo essencial procurar atendimento médico imediatamente.

O tratamento é realizado com medicamentos antimaláricos, como a artemisinina e suas combinações, conforme protocolos definidos pelo Ministério da Saúde no Guia de Tratamento da Malária no Brasil.

Em Porto Velho, o atendimento para diagnóstico e tratamento da malária está disponível em diversas unidades da rede municipal, tanto na área urbana quanto rural:

Área urbana: Pronto Atendimento Dra. Ana Adelaide, Centro de Pesquisa em Medicina Tropical (Cepem), UPA Leste, UPA Sul, José Adelino da Silva, Maternidade Municipal e Ronaldo Aragão.

Distritos:
  • U.S.F Aliança,
  • Ponto de Apoio Agrovila KM 14,
  • U.S.F Colônia Nova,
  • U.S.F Cujubim Grande,
  • ONG Jocum,
  • U.S.F Rio das Garças,
  • U.B.S Vila Princesa,
  • U.B.S Abunã,
  • UPA Jacy Paraná,
  • U.B.S Santa Rita,
  • U.S.F Nova Mutum,
  • U.S.F Nova Califórnia,
  • U.B.S Gleba do Jamari,

Calderita
  • U.B.S Lago do Cuniã,
  • U.B.S São Carlos,
  • U.S.F Fortaleza do Abunã,
  • U.B.S Vila Extrema,
  • U.B.S Vista Alegre do Abunã,
  • U.B.S União Bandeirante,
  • Ponto de Apoio Vila DNIT,
  • U.B.S Palmares,
  • U.S.F Rio Pardo,
  • U.S.F Calama – Benjamim Silva,
  • U.B.S Demarcação,
  • U.S.F Nazaré e
  • U.B.S Santa Catarina.

Porto Velho é pactuado com o Plano Nacional de Eliminação da Malária até 2035, e para alcançar essa meta é indispensável a união entre o poder público, setor privado e comunidade.

O Dia da Malária nas Américas é um convite à reflexão e à ação conjunta. Cada morador tem papel essencial na prevenção: permitir o acesso dos agentes de saúde, usar mosquiteiros, eliminar criadouros e buscar atendimento diante dos primeiros sintomas.



Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Texto: Nathalie Ventura
Fotos: Leandro Morais/ Secom



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