Técnicos e gestores da Assistência Social dos 52 municípios de Rondônia participam do evento organizado pela SeasPorto Velho, RO - Com intuito de capacitar gestores e as equipes de referência da Proteção Social Especial – PSE em âmbito municipal, visando contribuir para uma boa prática no atendimento e acompanhamento às famílias e indivíduos que se encontram em situação de risco pessoal e social por ocorrência de abandono, maus tratos físicos e/ou psíquicos, abuso sexual, uso de substâncias psicoativas, cumprimento de medidas socioeducativas, situação de rua, situação de trabalho infantil, entre outras, o Governo de Rondônia iniciou na quinta-feira (10), por meio da Secretaria da Assistência e do Desenvolvimento Social – Seas, mais uma oficina sobre o Serviço de Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos – Paefi e o Serviço Especializado em Abordagem Social. O evento que segue até esta sexta-feira (11), em Porto Velho, reúne técnicos e gestores da Proteção Social Básica.
De acordo com Railane de Oliveira Marinho, psicóloga e assessora técnica na Gerência de Proteção Social Especial da Seas, que abriu o evento falando sobre “Pensando vulnerabilidade, violência e violação de direitos”, a preocupação do Governo em conhecer as demandas dos municípios começou entre 2019 e 2020 com uma pesquisa dirigida, enquanto que em 2021 foram iniciadas as oficinas regionalizadas para que pudessem se conhecer e trocar experiências, mesmo que a princípio de forma online devido à pandemia de Covid-19. Após as oficinas, vieram as fases de supervisão e intervenções, a partir de 2022.

Foi destacada a importância da abordagem do tema
Na pauta constam abordagens, como “O que é Proteção Social Especial?”, “Qual seu papel na assistência social?”, “Como organizar o serviço da PSE?”, além de “Os desafios no acolher a migração e o papel do Sistema Único da Assistência Social – Suas” e “Atendimento ao migrante – Um relato de Experiência do Estado do Acre”, os dois últimos previstos para o último dia.
A diferença entre a Proteção Social Básica e a Especial, é que a primeira intervenção objetiva prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, enquanto a segunda atua quando já houve rompimento de direitos, ou seja, não é mais o caso de apenas prevenir, mas de superar situações de risco social.


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